Lula assina decreto que regulamenta Lei da Reciprocidade em resposta ao tarifaço de Trump
O estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre as emendas parlamentares revela que esses recursos influenciam o comportamento de voto, mas não estão associados a áreas específicas de políticas públicas. A pesquisa, solicitada pelo deputado Eduardo Bandeira de Mello (PSB-RJ), foi realizada em meio à tensão entre o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF) devido ao uso das emendas, especialmente no contexto do “orçamento secreto”.
O Ipea apontou que as emendas têm sido usadas por parlamentares para atender interesses eleitorais, em vez de promover políticas públicas amplas. Esse uso exacerbado se deve, em parte, à perda de controle do Executivo sobre o mecanismo e ao crescente poder dos partidos sobre os recursos de campanha.
No setor da Saúde, que recebe uma parte significativa das emendas, o estudo indicou evidências de que o impacto negativo é menos acentuado, embora os recursos não estejam contribuindo para a universalização dos serviços. A pesquisa conclui que as evidências sobre os efeitos das emendas no bem-estar e na qualidade dos serviços públicos são incertas, sugerindo que mais estudos são necessários para refletir a nova realidade do controle orçamentário no Congresso.
Embraer fecha megacontrato de R$ 21,8 bilhões com a Scandinavian Airlines e reforça presença global
O estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre as emendas parlamentares revela que esses recursos influenciam o comportamento de voto, mas não estão associados a áreas específicas de políticas públicas. A pesquisa, solicitada pelo deputado Eduardo Bandeira de Mello (PSB-RJ), foi realizada em meio à tensão entre o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF) devido ao uso das emendas, especialmente no contexto do “orçamento secreto”.
O Ipea apontou que as emendas têm sido usadas por parlamentares para atender interesses eleitorais, em vez de promover políticas públicas amplas. Esse uso exacerbado se deve, em parte, à perda de controle do Executivo sobre o mecanismo e ao crescente poder dos partidos sobre os recursos de campanha.
No setor da Saúde, que recebe uma parte significativa das emendas, o estudo indicou evidências de que o impacto negativo é menos acentuado, embora os recursos não estejam contribuindo para a universalização dos serviços. A pesquisa conclui que as evidências sobre os efeitos das emendas no bem-estar e na qualidade dos serviços públicos são incertas, sugerindo que mais estudos são necessários para refletir a nova realidade do controle orçamentário no Congresso.
PGR deve apresentar alegações finais em caso que julga Bolsonaro por tentativa de golpe
O estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre as emendas parlamentares revela que esses recursos influenciam o comportamento de voto, mas não estão associados a áreas específicas de políticas públicas. A pesquisa, solicitada pelo deputado Eduardo Bandeira de Mello (PSB-RJ), foi realizada em meio à tensão entre o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF) devido ao uso das emendas, especialmente no contexto do “orçamento secreto”.
O Ipea apontou que as emendas têm sido usadas por parlamentares para atender interesses eleitorais, em vez de promover políticas públicas amplas. Esse uso exacerbado se deve, em parte, à perda de controle do Executivo sobre o mecanismo e ao crescente poder dos partidos sobre os recursos de campanha.
No setor da Saúde, que recebe uma parte significativa das emendas, o estudo indicou evidências de que o impacto negativo é menos acentuado, embora os recursos não estejam contribuindo para a universalização dos serviços. A pesquisa conclui que as evidências sobre os efeitos das emendas no bem-estar e na qualidade dos serviços públicos são incertas, sugerindo que mais estudos são necessários para refletir a nova realidade do controle orçamentário no Congresso.
China critica tarifa imposta por Trump ao Brasil e defende não interferência em assuntos internos
O estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre as emendas parlamentares revela que esses recursos influenciam o comportamento de voto, mas não estão associados a áreas específicas de políticas públicas. A pesquisa, solicitada pelo deputado Eduardo Bandeira de Mello (PSB-RJ), foi realizada em meio à tensão entre o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF) devido ao uso das emendas, especialmente no contexto do “orçamento secreto”.
O Ipea apontou que as emendas têm sido usadas por parlamentares para atender interesses eleitorais, em vez de promover políticas públicas amplas. Esse uso exacerbado se deve, em parte, à perda de controle do Executivo sobre o mecanismo e ao crescente poder dos partidos sobre os recursos de campanha.
No setor da Saúde, que recebe uma parte significativa das emendas, o estudo indicou evidências de que o impacto negativo é menos acentuado, embora os recursos não estejam contribuindo para a universalização dos serviços. A pesquisa conclui que as evidências sobre os efeitos das emendas no bem-estar e na qualidade dos serviços públicos são incertas, sugerindo que mais estudos são necessários para refletir a nova realidade do controle orçamentário no Congresso.
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O Ipea apontou que as emendas têm sido usadas por parlamentares para atender interesses eleitorais, em vez de promover políticas públicas amplas. Esse uso exacerbado se deve, em parte, à perda de controle do Executivo sobre o mecanismo e ao crescente poder dos partidos sobre os recursos de campanha.
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O Ipea apontou que as emendas têm sido usadas por parlamentares para atender interesses eleitorais, em vez de promover políticas públicas amplas. Esse uso exacerbado se deve, em parte, à perda de controle do Executivo sobre o mecanismo e ao crescente poder dos partidos sobre os recursos de campanha.
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O Ipea apontou que as emendas têm sido usadas por parlamentares para atender interesses eleitorais, em vez de promover políticas públicas amplas. Esse uso exacerbado se deve, em parte, à perda de controle do Executivo sobre o mecanismo e ao crescente poder dos partidos sobre os recursos de campanha.
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Emendas parlamentares servem a interesses eleitorais, indica Ipea
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Em reunião com premiê chinês, Brasil pressiona por reabertura do mercado de frango
notícias Em reunião com premiê chinês, Brasil pressiona por reabertura do mercado de frango Durante reunião com o primeiro-ministro da China, Li Qiang, o governo brasileiro pediu que o país revise as restrições comerciais à carne de frango, após o caso de gripe aviária registrado em uma granja comercial, no Rio Grande do Sul. A informação foi dada pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, durante a cúpula do Brics, neste domingo (6/7). “Eu tive a oportunidade, por exemplo, durante a bilateral do presidente Lula com o primeiro-ministro chinês, [pedir] para que eles pudessem então já rever o posicionamento de restrição”, revelou o ministro. Segundo Fávaro, o premiê garantiu que o governo chinês está “estudando os protocolos rapidamente para retomar a compra de frango do Brasil”. As autoridades, no entanto, não estipularam a data para revogar as restrições. Após a medida, a maioria dos países derrubaram as restrição à compra de carne aviária brasileira. Agora, de acordo com Fávaro, apenas nove países seguem com barreiras. “São nove mercados ainda restringindo o consumo da carne de frango brasileira. Três deles não têm relação comercial; portanto, são só seis que são importantes de a gente retomar”, ressaltou. Mais Lidas Alcolumbre pauta projeto que legaliza jogos de azar, cassinos e bingos Zelenskiy discute defesas aéreas com Trump em meio a ataques russos Morre aos 67 anos o ator Michael Madsen, conhecido por “Cães de Aluguel” e “Kill Bill” Vice-chefe da Marinha russa é morto em ataque ucraniano Investigação nos EUA aponta pacto entre governo Bukele e líderes da MS-13 Mais Notícias
Alcolumbre pauta projeto que legaliza jogos de azar, cassinos e bingos
notícias Alcolumbre pauta projeto que legaliza jogos de azar, cassinos e bingos O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), decidiu pautar para votação um projeto polêmico: a legalização dos jogos de azar no Brasil, incluindo cassinos, bingos, jogo do bicho e apostas em diversas modalidades. A proposta está prevista para ser analisada nos próximos dias, reacendendo o debate sobre os impactos econômicos, sociais e morais da liberação desses jogos. O texto em discussão é o Projeto de Lei nº 2.234/2022, já aprovado na Câmara dos Deputados, que regulamenta a exploração de jogos de azar em território nacional. Segundo os defensores da proposta, a legalização poderá gerar bilhões em arrecadação tributária, milhares de empregos diretos e indiretos, além de atrair investimentos turísticos e empresariais. O argumento é que o Brasil perde receita para outros países onde a atividade é legalizada. Por outro lado, críticos da proposta entre eles representantes de setores religiosos, especialistas em saúde mental e integrantes do Ministério Público alertam para o risco de aumento da lavagem de dinheiro, endividamento familiar, exploração de vulneráveis e crescimento da ludopatia (vício em jogos). A decisão de Alcolumbre em pautar o projeto ocorre após pressão de setores interessados na liberação da atividade e articulações políticas no Senado. O tema divide a base do governo, que ainda não definiu uma posição clara sobre a matéria. Parlamentares da bancada evangélica já se manifestaram contrários ao projeto e prometem obstrução. Caso seja aprovado na CCJ, o projeto seguirá para o plenário do Senado. Se houver modificações no texto original da Câmara, ele retornará para nova análise dos deputados. Se aprovado sem alterações, segue para sanção ou veto presidencial. A legalização dos jogos de azar é um tema recorrente na política brasileira e encontra resistência histórica, já que as práticas foram proibidas em 1946, por decreto do então presidente Eurico Gaspar Dutra. A atual proposta visa regulamentar a atividade com critérios rígidos, como concessão de licenças, fiscalização, tributos específicos e mecanismos de combate à lavagem de dinheiro. A sociedade civil, entidades de classe e o setor empresarial acompanham de perto o avanço da proposta, que promete gerar intenso debate nas próximas semanas. Mais Lidas Zelenskiy discute defesas aéreas com Trump em meio a ataques russos Morre aos 67 anos o ator Michael Madsen, conhecido por “Cães de Aluguel” e “Kill Bill” Vice-chefe da Marinha russa é morto em ataque ucraniano Investigação nos EUA aponta pacto entre governo Bukele e líderes da MS-13 Irã carregou minas navais no Estreito de Ormuz após ataques de Israel, dizem autoridades dos EUA Mais Notícias